domingo, 13 de maio de 2012

Pós-Graduação: Arte para alunos com NEE


 "Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino". (MÁRIO QUINTANA)

No dia 28 e 29 de abril de 2012, ministramos, eu Delmary Abreu e a Profa. Débora Vasconcelos, um disciplina no curso de pós-graduação em "Educação Especial: Atendimento Educacional ao Aluno com NEE".  O mote da aula foi as vivências musicais experenciadas pelos professores cursistas. Os professores envolvidos são licenciados, em sua maioria, em pedagogia e atuam com o ensino de arte nas escolas de educação básica no município de Sinop/MT. 
A proposta do nosso trabalho consistiu em fazer música de forma que os professores se apropiassem da linguagem musical. Essa apropriação se deu através da movimentação corporal, especialmente nos processos de sensibilização musical, para a compreensão dos elementos da linguagem musical. A construção in loco sonoro-musical levou os cursistas a refleterim sobre os modos de ensinar e aprender música.

Ao aprender a usar o corpo como recurso para o desenvolvimento das atividades musicais, os cursistas criaram situações de ensino procurando mesclar metodologias como de Emíle Dalcroze, Lucas Ciavatta, do grupo Barbatuques, entre outros. Para que os envolvidos com o fazer musical possam abstrair e representar a música mentalmente é necessário um mapeamento corporal dos sons (CIAVATTA, 2003). Portanto, e como afirma Kebach (2008, p. 14) "Música é arte e o corpo faz parte".

Referências Bibliográficas

CIAVATTA, Lucas.  O Passo: a pulsação e o ensino-aprendizagem de ritmo. Rio de Janeiro: L. Ciavatta, 2003.

KEBACH, Patrícia. Música é arte e o corpo faz parte: as relações entre movimento corporal e construção musical.  Revista da Abem n. 23, 2011. Porto Alegre/RS, mar. 2011.

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